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sexta-feira, 4 de junho de 2010

AMANHÃ ... 05/06 ... 1/2 Ambiente

Como fazer aquecedor solar caseiro


como fazer aquecedor caseiro

Materiais e passo-a-passo de como fazer aquecedor solar caseiro


Reciclagem e sustentabilidade são palavras muito importantes nos dias atuais, já que nosso planeta precisa do cuidado de todos para continuar existindo. Por menores que sejam as nossas iniciativas, elas podem repercutir em grandes benefícios para o planeta. Um casal de idosos, do interior de santa Catarina, provou isso inventando um aquecedor solar caseiro.

A invenção trouxe diversos benefícios como a reciclagem de materiais e, é claro, ajudou bastante a diminuir o gasto doméstico com aquecedores elétricos. Os resultados foram instantâneos, no fim do mês não só a conta de energia veio baixa, como diversas garrafas pet deixaram de ser jogadas no lixo. Interessado em seguir esse belo exemplo e construir você mesmo seu aquecedor caseiro para aproveitar a energia vinda dos raios solares? Aqui vão algumas informações prévias e links.

O processo de construção é simples e barato. Você necessitará de garrafas PET, conexões de cano PVC e embalagens de leite (leite em caixinha). A construção exige certa capacidade artesanal, mas nada que alguém comum não possa fazer. Existe um amplo e prático conteúdo passo-a-passo de como funciona e como fazer aquecedor solar caseiro. Lembrando, existem modelos mais e menos elaborados, a complexidade e dificuldade vai depender muito da capacidade que você quer que seu aquecedor tenha.

Mãos a massa!


quarta-feira, 2 de junho de 2010

CoMpARtilhE ...



Dia do Meio Ambiente – Cuide dos seus pets com produtos ecologicamente corretos

A cada dia cresce o número de pessoas apaixonadas por animais de estimação. Elas procuram agradar o bichinho em tudo e mimam até não poder mais. O mais importante é que é possível unir o cuidado com seu pet com produtos de primeira qualidade e ainda assim, preservar o meio ambiente e evitar o aumento da poluição. Ter a preocupação de escolher produtos ecologicamente corretos faz toda a diferença para o planeta.

A Dog’s Care é uma marca amiga da natureza e só produz artigos que minimizam o impacto gerado ao meio ambiente. A empresa começou fabricando fraldas para cachorro, feitas com plástico 100% biodegradável. O objetivo da empresa é criar consciência ambiental e estimular a compra de produtos que não agridem a natureza. As fraldas evitam que os pets sujem as calçadas, parques ou qualquer outro lugar. O xixi deixado por aí causa inúmeras doenças e suja as cidades.

A empresa também fabrica as sacolinhas para recolhimentos de fezes, feita com plástico 100% biodegradável como forma de conscientizar os donos.

O desenvolvimento de produtos sustentáveis não para de crescer e hoje a empresa conta com vários itens em seu catálogo que inclui fraldas, biobags, produtos para higiene da casa e do animal, kit viagem composto por uma bolsa de transporte feita com lona reciclada de garrafa pet ou ecojuta certificada, ela vira uma pequena cama e vem com uma necessaire exclusiva para levar os acessórios de viagem, um bebedouro e um comedouro portáteis, um porta ração de 1kg, uma Biobag (sacolinhas higiências) e mais um Guia de Viagem no verso da embalagem que visa a não geração de lixo, bolsa prática feita de lona de caminhão e assinada pela Gabi da grife Maria Buzina, entre outros.

Mensagem da empresa - A natureza é de fundamental importância para todos os seres vivos, pois é a fonte de todas as riquezas que nos alimenta e fornece todos os produtos necessários à vida. Devemos preservar totalmente a sua beleza e o ambiente que a cerca, para que um dia nossos filhos a conheçam da forma que ela deve ser: linda, limpa e ainda inteira. Para isso, basta incorporar em nosso cotidiano a razão e a emoção nas questões ambientais como prioridade. É uma ação solidária com nós mesmos e com o ambiente que nos envolve. Precisamos urgentemente de um modelo de sociedade que valorize a relação de equilíbrio com o meio ambiente, só assim poderemos construir uma nova sociedade ambientalmente sustentável.


CONSUMO...

Empresas apostam em ações para beneficiar o Meio Ambiente

A palavra sustentabilidade está atrelada hoje a uma visão moderna, consciente e vitoriosa de grandes empresas. Esse conceito está embasado em ações muito mais profundas do que a boa saúde financeira de uma organização. A crise ambiental existe e possui uma dimensão imensa, que traz ao mundo incertezas e novos desafios relacionados à nossa própria sobrevivência.

Apesar de ser uma questão muito complexa, as empresas precisam incorporar esse conceito dentro do seu DNA, transformando as ações sustentáveis como parte de sua cultura organizacional, abrangendo missão, visão, valores e estratégia em todos os níveis hierárquicos.

Seguindo esse conceito, empresas do bem estão no mercado e garantem: o marketing ecológico além de beneficiar o mundo traz bons resultados para os negócios.

Segundo dados do Departamento de Meio Ambiente (DMA) da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, 46% das corporações brasileiras só contratam fornecedores que seguem procedimentos de gestão ambiental.

A Monavie, empresa americana de forte atuação no Brasil, que produz uma bebida feita de frutas tipicamente brasileiras como açaí, romã, cupuaçu, entre outras, estabeleceu uma regra para a fabricação de seus produtos: todos seus fornecedores devem seguir rigorosamente as leis do meio ambiente e ainda ter total comprometimento com a sustentabilidade. “Essa é uma das prioridades da empresa, em respeito e admiração pelo Brasil, aliados ao comprometimento socioambiental com o país”, afirma Maurício Patrocínio, diretor geral da Monavie no Brasil.

Todo açaí utilizado mundialmente é proveniente da Amazônia e processado por parceiros locais. A empresa não possui terras ou fábricas próprias no Brasil. Ela estimula a colheita sustentável dos frutos e a parceria com cooperativas da região, buscando oferecer oportunidades à população local.

Ainda de acordo com o DMA, 48% das empresas dispõem de projetos para reduzir a emissão de gases de efeito estufa, e 42% já utilizam fontes renováveis de energia.

Exemplo é a Sanavita, indústria que se destaca no segmento de alimentos funcionais, há 25 anos no mercado e como projeto principal para 2010 está o investimento em ações para beneficiar o meio ambiente.

A empresa, que pretende faturar R$15 milhões este ano, investiu mais de R$1,5 milhão no planejamento de comunicação e marketing e como principal ação modificou todos os rótulos e embalagens de plástico para lata de aço, 100% sustentável, em benefício ao meio ambiente.

A lata de aço é o material mais reciclado do mundo, e tem o tempo de decomposição de cerca de 10 anos. Por isso hoje é a melhor opção para embalagem. Ela é reciclável, reutilizável, possui menos tempo de decomposição se comparado ao alumínio, vidro e plástico e ainda emite nível menor de gás carbônico no seu processo de fabricação.

“Investir apenas na alimentação correta não basta. Como nossa principal missão é promover bem estar e qualidade de vida, nada mais coerente do que incluir em nosso planejamento mudanças em benefício à natureza”, afirma Thiago Salgado, diretor da Sanavita.

Com o objetivo de desenvolver uma atividade econômica ecologicamente sustentável a Nativ Pescados, localizada na região de Sorriso – MT, inaugurou em abril deste ano a Fundação Nativ Amazônia Sustentável.

A cada pacote da linha de produtos vendida ao consumidor brasileiro a fundação recebe R$0,05 (cinco centavos de real). Segundo o presidente executivo da empresa, Pedro Furlan Uchôa Cavalcanti, os principais objetivos com essa iniciativa são viabilizar a produção industrial sustentável das espécies de peixes amazônicos visando o desenvolvimento econômico da região, gerar riqueza, emprego e renda, desenvolver uma atividade que evite o desmatamento, produzir um custo de produção competitivo e finalmente aproveitar o grande potencial hípico da região. A expectativa é que no primeiro ano a Fundação receba cerca de R$ 34 milhões, além de reflorestar 1250 hectares e plantar mais de 1.400.000 mudas.

A Nativ Pescados está no mercado desde outubro de 2008 e comercializa peixes de alto padrão congelados, entre eles o Tambaqui, Pintado da Amazônia, Surubim, Tilápia e o Camarão. “Compreender a complexidade da sustentabilidade será o principal fator de sucesso do século XXI para todas as organizações”, finaliza o presidente.


ATENÇÃO ...


+ um Dia do 1/2 Ambiente chegando
sábado, 05/06

(cuide bem do seu amor,
seja quem for...)


VITAMINA NUTRITIVA DE MAÇÃ (sem glúten)

Ingredientes:
1 maçã grande sem casca e picada
1 copo de iogurte natural
1 colher (sopa) de quinoa em flocos
2 colheres (sopa) de mel


Modo de preparo:
Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata até ficar homogêneo. Sirva a seguir.

Rendimento: 1 porção



Fique Por Dentro ...

Central de Atendimento ao Trabalhador (CAT) volta a funcionar e vai oferecer cerca de 500 vagas por semana

Portas abertas para o TRABALHO

COMO CHEGAR
A CAT-RJ fica na Rua Chaves Faria 260, em São Cristovão.
Diversas linhas de ônibus passam próximo - 209 (Pça. XV-Caju), 277 (Rocha Miranda-Pça. XV), 312 (Olaria- Pça. Mauá), 473 (São Januário-Lido), 474 (Jacaré-Jardim de Alá), 634 (Saens Pena-Freguesia) e 665 (Pavuna- Saens Pena).

ATENDIMENTO
A central funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
No salão principal, são 24 guichês com atendentes treinados, mais 7 pontos de atendimento no primeiro andar.
Há ainda 6 postos de autoatendimento, com 2 funcionários para auxiliar os cidadãos.
No local, há um auditório com capacidade para mais de 90 trabalhadores.
A CAT contará também com 2 automóveis que vão até os trabalhadores.

O QUE LEVAR
É preciso levar carteria de trabalho, número do PIS (caso não conste da carteira de trabalho), identidade ou outro documento com foto.
De posse da carteira de trabalho, os funcionários da CAT poderão verificar as experiências do trabalhador e incluí-las no currículo.

ONLINE
O site www.catrj.org.br já está no ar.
Por meio dele, o trabalhador terá acesso ao Sigae Web, sistema do Ministério do Trabalho que oferece serviços antes disponíveis apenas nos postos do Sistema Nacional de Emprego (SINE).
O trabalhor poderá consultar seu cadastro e as oportunidades abertas.




segunda-feira, 31 de maio de 2010

Tá CheGando a HoRa ...



VOCÊ NÃO PODE FALTAR!

Esverdear, tornar sustentável, ecologizar ...

O adjetivo

Verde, sustentável, ecológico são adjetivos usados para qualificar várias situações. Enquanto as questões ambientais se concentravam na atenção para com os vegetais, árvores, parques, a elas se associou a cor verde: economia verde, partido verde, empregos verdes, tecnologias verdes, combustíveis verdes, energia verde; marketing verde. Ocorre, entretanto, que há agendas ambientais com várias cores: a agenda azul cuida das águas; a marrom combate a poluição ambiental; a verde trata da biodiversidade, das florestas, das unidades de conservação; a vermelha focaliza as questões socioambientais e a agenda branca aborda os aspectos institucionais da gestão ambiental.
Reduzi-las à cor verde é empobrecer o conceito e as múltiplas possibilidades de ação e ele associados.

O adjetivo sustentável hoje se aplica a tudo – desenvolvimento sustentável, economia sustentável, crescimento sustentável, planeta sustentável, mundo sustentável, agricultura sustentável, arquitetura e construção sustentáveis, turismo sustentável, propaganda sustentável; design, embalagem, mobilidade, sociedade, cidade, aldeia, empreendimento sustentáveis; idéia, visão, projeto, futuro, conversas sustentáveis. No Google há mais de cinco milhões de entradas para essa palavra; em inglês há mais de 60 milhões para sustainable e 30 milhões para sustainability. Aplicado a qualquer coisa, torna-se veículo de confusão e pouco esclarece. O desenvolvimento sustentável (conceito que se disseminou a partir de 1987) não equivale ao ecodesenvolvimento (usado na conferência de Estocolmo em 1972). O prefixo eco, presente no ecodesenvolvimento, se perdeu à medida que se disseminava a noção de sustentabilidade. O tripé clássico da sustentabilidade (economicamente viável, socialmente justo e ambientalmente prudente ou inofensivo) não abarca a riqueza e diversidade trazidas pela dimensão ecológica.

O ecológico aos poucos se insere na consciência e na ação. Somos ainda uma espécie com rudimentar consciência ecológica, ecoanalfabeta e ecoalienada, que conhece pouco sobre ecologia e menos ainda como aplicar o pensamento e os valores ecológicos em suas práticas. Há grande diferença entre o atual homo sapiens e o ainda virtual homo ecologicus. As civilizações ainda têm um longo caminho a percorrer no que se refere à consciência ecológica e sua tradução em ações. A ecologia extrapolou sua origem nas ciências biológicas e significa mais do que o estudo de bichos e plantas em sua relação com o ambiente.
As ciências ecológicas hoje se desdobram em dezenas de campos, da ecologia econômica à social, da ecologia energética à ecologia do ser. Ser ecologicamente consciente implica em ser economicamente viável (ecologia econômica) e o que é socialmente justo (ecologia social); além disso, implica em ser energeticamente eficiente (ecologia energética), culturalmente criativo (ecologia cultural), industrialmente convergente (ecologia industrial), cosmicamente integrado (ecologia cósmica), pessoalmente saudável (ecologia do ser, pessoal), comportamentalmente responsável (ecologia do cotidiano, ecologia da ação), ética e espiritualmente elevado (ecologia transpessoal), filosoficamente consistente (ecologia profunda). Essas dimensões e outras mais estão presentes na consciência ecológica integral e tem implicações praticas.
Assim, por exemplo, a ecologia energética oferece subsídios para a adoção de dietas alimentares vegetarianas. A ecologia cósmica oferece elementos para inserir a história humana e a história da terra na história do universo. E assim por diante. O biogeógrafo canadense Pierre Dansereau propõe ser preciso voltar aos fundamentos ecológicos e, com lucidez, clarear equívocos conceituais. Para avançarmos teoricamente e termos um modelo mental orientador da ação prática, é preciso resgatar a dimensão ecológica em seu significado integral.

O verbo

Esverdear, tornar sustentável e ecologizar são verbos que expressam o modo de ação amigável e a mudança no tipo de relacionamento do ser humano com o ambiente.
Esverdear (to green) a economia, os partidos, os empregos, evoca uma postura maquiadora, um tratamento superficial de questão e que exclui abordagem mais profunda; o que claramente não suficiente diante da magnitude da crise ambiental atual.

Tornar sustentável transmite uma conotação de permanência, de continuidade, de perdurar no tempo; como se fosse possível dar sobrevida a algo se encontra em estado terminal, afastando rupturas e mutações radicais.

Ecologizar é aplicar os conhecimentos das ciências ecológicas e a sabedoria da consciência ecológica às ações humanas. O uso desse verbo se iniciou de forma tímida e envergonhada, entre aspas. No livro O Verde é negócio, Hans Jöhr mencionava a “ecologização” da empresa, do escritório, da fábrica, do processo, do comércio internacional. À medida que nos tornamos ecoalfabetizados e que superamos nossa ignorância sobre o que é a ecologia, esse termo fecundo e includente é incorporado aos dicionários e torna-se mais compreensível. Para além do esverdeamento ou de tornar algo sustentável, ecologizar é um verbo que expressa a ação necessária nesse contexto de crise climática e ambiental e de mega crise da evolução.

Maurício Andrés Ribeiro