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quarta-feira, 30 de março de 2011

CoMPaRTiLhE ...

Cada um ajuda como pode Não importa se você tem só 1 real ou uma hora do seu dia por semana para doar. Faça alguma coisa Roberto Valverde A irmã Paolina Doninelli trabalhou num leprosário na Grande São Paulo durante 41 anos. Enfermeira voluntária na II Guerra, na Itália, ela desde então dedica sua vida a ajudar o próximo. A irmã tratou de centenas de doentes, viu crescer os filhos de muitos deles e educou boa parte dessas crianças no orfanato que fundou para recebê-las. Hoje há 420 meninos e meninas na Associação Santa Terezinha. A freira também ajuda a dirigir outras instituições das quais é consultora, como um pensionato para oitenta idosos, o Núcleo Cultural Infantil Stella Maris, onde estudam 130 crianças faveladas, e o Parque Infantil Santa Terezinha, que atende 230 filhos de portadores de doenças graves. Paolina Doninelli faz o bem diariamente, o dia todo. Há 22 anos, o nascimento de Mariana mudou a vida do empresário paulista Rogério Amato e de sua mulher, a educadora Glória Maria. Mariana nasceu com síndrome de Down, uma alteração cromossômica que acarreta deficiência física e mental. Não raramente, por falta de informação, as famílias costumam transformar os doentes em prisioneiros dentro de casa. Muitos pais não sabem como lidar com a situação. No caso da família Amato, as coisas correram de outro modo. É que a descoberta da síndrome levou Rogério e Glória Maria a entrar no universo da filantropia num grau de envolvimento que lembra o da freira italiana. Rogério chegou a presidir a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), uma das maiores entidades filantrópicas do país, hoje com quase 2 000 unidades em 26 Estados. Recentemente, o empresário liderou o movimento de criação da Rede Brasileira de Entidades Assistenciais Filantrópicas (Rebraf), cuja missão é lutar por uma sociedade que dê oportunidades amplas a portadores de deficiências, doentes e carentes. Quando apresentada a histórias como a da irmã ou a do empresário, muita gente pode ficar com a impressão de que o mundo da filantropia requer dedicação total. Será que só deve envolver-se em projetos sociais quem mergulha neles de corpo e alma com essa dose admirável de empenho? Não é nada disso. Se a filantropia fosse depender unicamente da ação daqueles que se dedicam como esses dois exemplos, o Brasil jamais reuniria 20 milhões de voluntários. Cada um faz o que pode, e isso já é suficiente para amarrar os nós da imensa rede que ampara e protege milhões de pessoas. Nada de stress. O grau de envolvimento dos voluntários deve respeitar a disponibilidade e a vontade de cada um. Ninguém deve ficar ansioso por não conseguir (ou mesmo não desejar) entregar à tarefa mais de duas ou três horas por semana. A apresentadora Xuxa Meneghel não permanece muito tempo ao lado dos mais carentes, já que sua agenda profissional não permite. Aos mais pobres ela entrega algo tão valioso quanto seu tempo: a própria imagem. Além de promover diversas campanhas filantrópicas, Xuxa colabora com 700 000 reais por ano para garantir a escola de mais de 200 crianças em uma fundação que leva seu nome. A Fundação Xuxa Meneghel também garante atendimento dentário e psicológico às crianças. Acontece algo parecido com o escritor Paulo Coelho, que mantém um instituto com seu nome e destina 36 000 reais mensais a atividades filantrópicas. Sem muito tempo livre, ele só comparece uma vez por mês ao Morro Pavão-Pavãozinho, em Copacabana, para visitar uma escola que ajuda a sustentar. Em geral, o que define a taxa de envolvimento é o objetivo definido pelo voluntário. A maior parte das pessoas, dizem os estudos a respeito, quer ajudar "alguém" de "alguma forma". Ou seja, não tem clareza quanto à missão que gostaria de desempenhar. Não é o caso da irmã Paolina, que tenta superar seus limites a todo instante. Não satisfeita com a centena de crianças que depende dela, a irmã já recolheu meninos e meninas de rua que encontrou dormindo sob viadutos da cidade. "São todos meus filhos", diz. Para garantir a educação da meninada, cedeu parte de um terreno que lhe pertencia para que o Estado construísse uma escola. As verbas do governo federal repassadas pela prefeitura não cobrem 20% de suas despesas. A diferença é obtida com colaboradores que conhecem a associação e com eventos beneficentes organizados por voluntários, além do apoio de algumas empresas. Ocorre o mesmo com a família Amato, que teve determinação para dar a Mariana uma vida normal. E o que aconteceu? Mariana já foi atendente numa lanchonete e agora cuida dos arquivos e da correspondência de um estúdio de arquitetura. Tem um namorado, também portador da síndrome de Down, funcionário de um escritório, e vai muito bem em suas aulas de pintura. Fez isso tudo graças à Apae e, principalmente, a gente como seu pai, Rogério, capaz de enfrentar preconceitos, em vez de ampliá-los.

terça-feira, 22 de março de 2011

PLANTEQ está formando ...

PROGRAMA DE QUALIFICAÇÃO:
inscrições até 8 de abril
CURSOS
COMÉRCIO - auxiliar de pessoal, assistente de cobrança, estoquista, operador de caixa, operador de caixa - PCD, operador de marketing - PCD, repositor de mercadoria, vendedor varejista e vitrinista.
CONSTRUÇÃO CIVIL - manutenção de eletricidade e hidráulica, pedreiro de acabamento e calceteiro.
INFORMÁTICA - auxiliar de escritório, auxiliar de escritório informatizado -PCD, manutenção de computador e manutenção de computador - PCD.
TI - básico para administrador de redes, básico para administrador de redes - PCD e básico de Tecnologia da Informática com conhecimento de pacote Office.
HOSPITALIDADE - camareira de hotel,garçom, mensageiro e auxiliar de recepção de hotel, com noções de inglês e espanhol.
ALIMENTAÇÃO - auxiliar de cozinha/saladeiro, confeiteiro/padeiro, pizzaiolo e salgadeiro (doces e salgados).
INSCRIÇÕES
CENTROS PÚBLICOS
de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
Rua Camaragibe 25 - Tijuca
Estrada do Guerenguê 1630, segundo andar - Jacarepaguá
Rua 24 de Maio 931 - Méier
Estrada do Dendê 2080 - Ilha
Rua Barcelos Domingos 162 - Campo Grande
CENTRO DE CIDADANIA
(alimentação e hospitalidade, local de inscrição é o mesmo onde acontecerão as aulas)
AVENIDA NIEMEYER 776
de segunda a sexta, das 10h às 15h
EXIGÊNCIAS
DOCUMENTAÇÃO
original e cópia - RG, CPF, carteira de trabalho, PIS, comprovante de escolaridade e residência, cartão social para portadores de deficiência.
PERFIL
para Comércio, Informática e TI - ensino médio
para outros cursos - ensino fundamental e mais de 18 anos

TeRRa, planeta ÁGUA ...



quarta-feira, 16 de março de 2011

dra. Zilda Arns, sempre ...

Os príncipes e os mendigos

Cada um de nós poderia trocar de casa com um miserável por três dias.
A miséria é a pior criação do ser humano. Deparo com ela constantemente e a sinto como uma chaga social sem explicações, prova concreta do egoísmo e do desatino da sociedade. Uma sociedade que nem consegue ver o prejuízo com a exclusão social de pessoas que poderiam ajudar no desenvolvimento social e econômico e que não o fazem por falta de alternativas de sobrevivência.
Somos uma sociedade que prima pelo fosso entre ricos e pobres. Ignoramos que a concentração de renda é o indicador fiel da violência.
Por que não reverter a situação com a prevenção, gerando igualdade de oportunidades e condições de vida digna?
A miséria é como uma sombra que me acompanha: sinto-me atraída por ela desde a adolescência. Nasci em zona rural, no interior de Santa Catarina, em Forquilhinha, onde em meu tempo não havia miséria e todas as crianças freqüentavam a excelente escola Sagrada Família, de origem alemã. O esporte, o coral e a arte faziam parte de nosso lazer.
Talvez por isso e pela minha formação cristã, nunca pude entender por que não se investe mais na pessoa, centro da criação divina, para quem todos os interesses deveriam convergir.
Para o equilíbrio da família e do país, todos os esforços deveriam se articular para que as pessoas fossem felizes e solidárias umas com as outras. As classes sociais, os partidos políticos, as religiões e todas as raças deveriam se inclinar diante da dignidade das pessoas, especialmente das crianças.
Em minha missão de médica, pediatra e sanitarista, e ainda como coordenadora da Pastoral da Criança, defronto permanentemente com a miséria absoluta nos bolsões de pobreza onde nossos mais de 130 000 líderes comunitários atuam, apoiados por 6 414 equipes de coordenação e capacitação. Há muitos lugares em que a condição de vida é aviltante.
Pessoas vivem como farrapos humanos. Como podemos achar isso normal?
Às vezes penso que cada um de nós poderia trocar de casa com um miserável por ao menos três dias, como na história do príncipe e do mendigo.
Com certeza passaríamos a ser mais ágeis, encontrando soluções para melhorar a qualidade de vida de todos. Como médica, trabalhando em hospital de indigentes, administrando postos de saúde na periferia de Curitiba, sempre via que as mães voltavam com suas crianças por causa dos mesmos problemas, que elas poderiam prevenir.
Sentia que lhes faltavam orientação, educação, carinho, noções simples e básicas de higiene, alimentação, cuidados com o filho. Eu tinha certeza de que essas mães, devidamente orientadas, poderiam mudar a história de sua família e do país a partir da criança.
Esse é o verdadeiro milagre da Pastoral da Criança: transformar essas mulheres em heroínas de nossos dias. Uma das coisas que têm a magia de me animar é ouvir testemunhos pessoais diariamente.
Eu penso sempre: "Isso não é obra minha, foi Deus que me inspirou. É obra dele, fui apenas seu instrumento". É assim que me sinto, olhando para mais de 1,5 milhão de gestantes e crianças acompanhadas por 150 000 voluntários em 3 334 municípios.
O Brasil pode acabar com a miséria.
Basta que haja uma decisão política para um trabalho conjunto articulado e planejado entre governo e sociedade. Mas qualquer projeto de combate à miséria só vai dar certo se os próprios excluídos se tornarem autores de sua ação libertadora. Eles devem ser sujeito, e não objeto, das ações. Não adianta fazer algo por eles.
É fundamental que eles tomem parte ativa no processo. Eles começam a ganhar auto-estima, a sair de uma condição de passividade para acreditar e lutar pela mudança da própria vida e da vida de sua comunidade.
Essa é a maior revolução de que o Brasil precisa.
E os excluídos são capazes disso e de muito mais. Necessitam apenas de capacitação, orientação e acompanhamento. Só assim poderão recuperar o valor humano latente.

Doutora Zilda Arns Neumann - Médica, pediatra e sanitarista, fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Criança representante da CNBB noConselho Nacional de Saúde e conselheira da Comunidade Solidária

EdUCaçãO



Entre os países do Bric, Brasil é o único que não tem nenhuma instituição entre as 100 melhores

Com pontuação máxima, a Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, manteve a ponta do ranking das melhores universidades em reputação do mundo, divulgado nesta quinta-feira, 10, pela Times Higher Education (THE), instituição baseada em Londres. Em setembro, quando a lista foi divulgada pela primeira vez, a universidade também estava no topo.
Entre os países do Bric, o Brasil é o único que não tem nenhuma instituição entre as cem melhores. Rússia (Universidade Lomonosov de Moscou), China (universidades Tsinghua, Pequim e Hong Kong) e Cingapura aparecem com instituições entre as 50 melhores do ranking. Já no grupo entre as 51.ª e 100.ª posições surgem universidades de países emergentes como a Universidade de Seul, na Coreia do Sul; Universidade de Taiwan e o Instituto de Ciência da Índia.
A classificação, organizada a partir de uma pesquisa feita com mais de 13 mil professores convidados de 131 países do mundo, reforça a posição dominante das instituições dos EUA. Reino Unido e Japão aparecem com estruturas universitárias robustas. O índice faz parte do ranking das melhores universidades do mundo divulgado pela THE em setembro do ano passado.
O índice de reputação considera apenas a imagem que os acadêmicos têm das instituições. A pesquisa pediu aos acadêmicos experientes para destacar o que eles acreditavam ser o mais forte das universidades para o ensino e a pesquisa em seus próprios campos.
Harvard obteve 100 pontos. As outras cinco melhores classificadas foram Instituto de Tecnologia de Massachusetts; Universidade de Cambridge (Reino Unido); Universidade da Califórnia, em Berkeley; Universidade de Stanford University e Universidade de Oxford (Reino Unido).


Fonte: O Estado de São Paulo

segunda-feira, 14 de março de 2011

CoMPaRTiLhanDo


Paixão por moda, sem abrir mão do consumo consciente. É possível?
Postado em Moda e Beleza - por Redação EcoD


Quem gosta de moda e adora uma tarde de compras no shopping é frequentemente tachado de consumista e ecologicamente incorreto. Mas com atitudes simples é possível unir as duas coisas e ter um guarda-roupa caprichado sem abrir mão da consciência socioambiental.
Durante a compra - Escolha com cuidado o que irá comprar




Dê preferência a tecidos e materiais menos agressivos, como algodão orgânico, fibra de bambu, tecidos de PET, juta ou linho;
• Questione o vendedor sobre a origem daquele produto, como ele foi confeccionado e transportado até a loja, de que é feito e quem o produziu;
• Prefira lojas que façam trabalhos sociais, como reverter parte da renda para instituições de caridade;
• Fuja do modismo e aposte em peças coringa e de qualidade, que irão servir por muito tempo;
• Compre roupas do tamanho certo e evite peças que precisem ser ajustadas ou que irão te servir apenas quando você emagrecer ou depois de alargar;
• Não compre apenas porque está em promoção, porque é a última peça ou porque a vendedora falou que caiu divinamente em você;
• Não compre sem experimentar e tenha muita atenção com compras pela internet;
• Fuja dos shoppings durante a TPM ou momento de tristeza, lá não é o lugar de afogar as mágoas;
• Procure roupas vintage e exclusivas em brechós


(aliás, visitem o nosso BreXópin - rua Assunção 170, segundas, quartas e sextas - 10h às 18h).


Durante o uso:
Siga corretamente as instruções da etiqueta e prolongue a vida de suas roupas




• Siga as instruções de uso da etiqueta e prolongue a vida de sua peça;
• Junte uma quantidade grande roupas sujas e lave tudo de vez, de preferência em água fria;
• Materiais como jeans são mais resistentes e não precisam ser lavados a cada uso. Faça-o apenas quando for realmente necessário;
• Deixe suas roupas secarem naturalmente;
• Na hora de passar, comece com os tecidos mais finos enquanto o ferro esquenta. Quando já estiver quente, passe as roupas mais grossas. Quando terminar com essas, desligue o ferro e passe o que sobrou dos tecidos delicados enquanto o ferro esfria;
• Procure guardar sapatos em caixas ou sacos de pano para evitar que danifiquem e prolongue sua vida útil;
• Roupas de tecidos delicados devem ser penduradas no cabide e cobertos com capas.


Após o uso:
Junte suas amigas e promova uma Festa da Troca: cada uma leva peças que já não usa e deixa à disposição de novas donas



• Tenha sempre por perto o telefone de uma boa costureira. Quando enjoar da roupa, peça para ela tingir ou transformá-la em algo novo. E se for preciso, solicite um aperto na cintura, ajuste na bainha e o que mais for necessário;
• Promova
Festa de Trocas, com sua amigas;
• Organize seu armário, retire tudo que você já não usa e doe para uma instituição de caridade;
• Se comprometa a doar uma peça para cada roupa nova que comprar, assim você evitar acumular coisas que não usa e terá apenas a quantidade suficiente de roupas no seu armário.


E lembre-se, um guarda-roupa abarrotado de peças está longe de ser tendência. “A atitude denota muito dinheiro, mas pouco estilo”, assinou a lendária Coco Chanel.


COmParTiLhAndO ...

Ativismo social em alta

Rede de mobilização eletrônica contabiliza mais de 25 milhões de ações sociais organizadas pela internet e mantém mais de 7,2 milhões de membros


Lançada em 2007, a comunidade de mobilização online Avaaz registra números surpreendentes que dão mostras de que os movimentos sociais via internet estão em alta. Segundo dados da instituição, em quatro anos mais de 25 milhões de ações foram organizadas, incluindo atividades online e offline, que vão desde o envio de e-mails para líderes políticos, telefonemas, participação em marchas e assinatura em petições.
Apoiada na proposta de “fechar a brecha entre o mundo que queremos e o mundo que a maioria das pessoas querem”, a equipe da Avaaz trabalha de quatro continentes, usando ferramentas eletrônicas para coordenar um escritório virtual colaborativo. A equipe operacional está sediada em Nova York, nos Estados Unidos, e conta com cerca de 7,2 milhões de voluntários espalhados pelo mundo.
A ideia central é atuar como um megafone para chamar atenção para novas questões e se posicionar como um catalisador para canalizar as preocupações públicas dispersas em uma única campanha específica e concentrada. “Nosso foco é propiciar uma guinada decisiva em momentos de crise e oportunidade. No decorrer de uma questão ou causa, às vezes surge um momento em que é preciso tomar uma decisão, e um protesto público em massa pode subitamente fazer toda a diferença”, diz o portal.
Dentro desse foco, a comunidade busca atender causas como o combate a pobreza global, conflitos no Oriente Médio e mudanças climáticas – tudo organizado de forma eletrônica e participativa. De acordo com a instituição, as ideias para campanhas beneficiadas ao longo de cada ano são submetidas a pesquisas e testes realizados semanalmente com amostras aleatórias distribuídas a 10 mil membros. Apenas as iniciativas que recebem uma forte reação positiva são implementadas em grande escala.
“A Avaaz não define sozinha um programa de ação para depois tentar convencer os membros a segui-lo. Na realidade, o processo é mais próximo do oposto disso: a equipe ouve os membros e sugere ações que possam implementar para influenciar o mundo de um modo geral”, define o site.
Fundada pela Res Publica, uma comunidade online que lançou o ativismo via internet nos Estados Unidos, a comunidade já levantou mais de U$ 15 milhões. Os recursos foram direcionados para ações realizadas em países como Birmânia, Zimbábue, Tibete, Irã, Haiti, entre outros. “O nosso modelo de mobilização online permite que milhares de ações indivíduas, apesar de pequenas, possam ser combinadas em uma poderosa força coletiva”, reforça o portal.
Os países com o maior número de membros são o Brasil e a França com mais de 700 mil voluntários. Já as nações com o menor número são Montserrat e Naru, com 30 e 33 membros respectivamente. A Avaaz é financiada exclusivamente pelos voluntários e a instituição não aceita recursos financeiros oriundos de governos ou de empresas.
Conceito
Avaaz significa "voz" em várias línguas européias, do oriente médio e asiáticas. Em urudu o termo designa "o som que quebra o silêncio". O equivalente em latim "vox" é a raiz de "voz" em português e do inglês "voice".
Cynthia Ribeiro