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terça-feira, 13 de março de 2012

CoMPaRTiLhAndO ...


Como Resolver Problemas
 por Ari Lima

Uma das maiores dificuldades encontradas pelas pessoas, tanto em relação a sua vida pessoal, quanto no aspecto profissional, é a falta de habilidade para resolver problemas. É comum nos sentirmos ansiosos quando surge a necessidade de resolvermos problemas que, presumimos, estão além de nossa capacidade. Ocorre um sentimento de angustia e impotência, fatores agravantes, que aumentam ainda mais o grau de dificuldade.

Em geral os problemas são percebidos pelas pessoas de forma diferente. Algumas, mais otimistas, encaram problemas como oportunidades de resolver assuntos e até mesmo como forma de melhorar seu padrão de vida. Outras transformam pequenos problemas em verdadeiras tragédias anunciadas, sofrendo por antecipação.

Às vezes vários problemas ocorrem em nossas vidas ao mesmo tempo, o que pode criar uma situação de estresse. Pode acontecer de uma pessoa estar vivenciando simultaneamente conflitos e desafios na vida pessoal, na área profissional, e ao mesmo tempo atravessar uma fase financeira ruim e ter problemas de saúde. 

Uma ótima maneira de resolver problemas é o que podemos chamar de segmentação. Este método se baseia na aplicação do principio de que, se segmentarmos ao máximo o processo, é fácil fazer algo. Existe um exemplo extremo deste método, bastante incomum, que é o do homem que decidiu comer uma bicicleta para entrar para o “Guines Book of Records”. Para isto, ele desfez uma bicicleta em minúsculas partículas e durante cerca de três meses ingeriu-a completamente.

Também na matemática este processo é utilizado com sucesso. Uma equação bastante complexa pode ser reduzida em uma serie de pequenas equações menores e mais fáceis de resolver. Outro exemplo que pode servir de comparação é a utilização de financiamento para aquisição de um bem. Muitas vezes é inviável adquiri-lo com o pagamento total do valor (problema maior), e por isso recorremos ao financiamento em parcelas mensais (pequenos problemas), o que tornar viável alcançar a solução do problema maior (nossa necessidade de adquirir o produto).

No entanto, ao invés de segmentar o problema em porções menores, é comum às pessoas fazerem justamente o contrário, ou seja, tentar resolver vários assuntos ao mesmo tempo. Com isto, sentem-se pressionadas, ansiosas e impotentes, pois a solução de vários problemas ao mesmo tempo pode ser uma tarefa superior a sua capacidade de realização.

Nestas situações, mais do que nunca, será necessário à pessoa manter a tranquilidade, raciocinar sobre cada problema separadamente e utilizar o método da segmentação, separando os problemas uns dos outros, e evitando que haja interferência entre eles. Um problema financeiro, por exemplo, pode agravar um problema de saúde por causar ansiedade e estresse, ou mesmo gerar uma crise de relacionamento familiar e até interferir no desempenho do trabalho.

Por isto é tão importante saber separar os problemas, não permitindo que um assunto interfira e dificulte outros aspectos de nossa vida. Quando se consegue pensar em cada problema de forma independente, tem-se uma sensação mais serena em relação a cada um, facilitando o raciocínio e a busca de soluções.

Como segmentar um problema
A melhor forma de realizar esta tarefa é fazer uma análise e obter a compreensão racional e consciente do problema. Em seguida, deve-se dividir a superação do problema em etapas, em um numero suficiente que possibilite a sua realização. Após esta divisão em etapas, é preciso traçar metas com datas específicas para solução de cada etapa. O objetivo final deve ser a superação do problema como um todo.

Dois critérios básicos devem ser respeitados para a solução de problemas:
Primeiro – procurar resolver os problemas segundo sua ordem de importância, ou seja, primeiros os essenciais depois os secundários.
Segundo – iniciar com a solução dos problemas a partir dos mais fáceis, para gradativamente resolver os mais difíceis e complexos.
Para exemplificar: imaginemos a prova de um concurso, em que todas as questões tenham o mesmo valor. O ideal e que se procure resolver as questões mais fáceis primeiro, e deixar as mais complexas e difíceis para o final da prova. Por outro lado, caso as questões tenha valor diferenciado, será necessário priorizar aquelas de valor maior, para depois resolver as questões de menor valor.

Além da segmentação e da utilização de critérios, existem algumas atitudes que podem facilitar a solução de problemas, as principais são:

Distanciamento: compreender o problema de um ponto de vista isento de envolvimento emocional, pois este envolvimento pode modificar seu significado, tornando muitas vezes um problema maior do que realmente é.
Compartilhamento: buscar discutir o problema com pessoas de sua confiança para obter um ponto de vista alternativo.
Equilíbrio: ponderar bastante sobre o problema e as possíveis soluções evitando tomar decisões precipitadas.
Este método de solução de problemas, bem como todas as ideias aqui apresentadas são conceitos simples de entender e aplicar. Em geral, este método cria uma sensação de leveza psicológica e um sentimento de que o problema não é tão grande quanto parecia à primeira vista. A partir daí, cada etapa que se for conseguindo realizar criará uma sensação de vitória, o que motivará a pessoa a continuar perseguindo o objetivo de resolver o problema em sua totalidade.

... Para Refletir ...


Quem falou que não pode?

Você já percebeu como nossa sociedade trata de forma diferente homens e mulheres?
O bebê mal acaba de nascer e já começa a maior pressão para ser de um jeito ou de outro. Por exemplo, quando nasce um menino já na porta do quarto da maternidade se pendura uma chuteira ; se for menina, geralmente, se coloca anjinhos ou ursinhos meiguinhos.
Quando cresce, o menino tem que ser brigão, não levar desaforo para casa, brincar de carrinho etc. A menina já tem todos os olhos sobre ela pressionando para que ela seja delicada, gentil, que não sente de perna aberta e a maioria dos presentes que ela ganha são bonecas, bichinhos de pelúcia e panelinhas.
E quando um menino bem pequenininho resolve brincar de boneca? É o maior auê ... Os pais ficam desesperados, o professor ou a professora já olha para o garoto com desconfiança, os/as amiguinhos/as caem matando.
E se uma menina dá uma surra em um menino ou resolve ser jogadora de futebol? Já começam a falar que ela é sapatão e que onde é que já se viu uma mulher querer ser igual a um homem?
Acontece que um dia, essas crianças crescem e aí começa a dar a maior crise.
A mulher vai trabalhar e exigem que ela seja ousada, que saiba impor as suas idéias, que saiba negociar etc. Só que a vida inteira ela aprendeu que isso era coisa de homem e que era muito feio mulher ficar discutindo.
E o homem que sempre aprendeu a ser durão e a não chorar, quando perde o emprego ou não consegue uma promoção, entra em desespero. E se no meio de uma transa ele não consegue uma ereção? O mundo vem abaixo e uma coisa que acontece com todo mundo vira um dramalhão mexicano. Também, pudera, como é que poderia ser diferente? Os homens sempre aprenderam que não podiam falhar nunca! ...
A conclusão é que essas características vêm sendo há séculos aprendidas, isto é, as pessoas que nascem com um determinado sexo vão sendo treinadas ao longo da vida para agir de uma forma ou de outra, de acordo com o que a sociedade espera delas. Assim, desde o nascimento, comportamentos esperados e aprovados para as mulheres começam a ser diferenciados dos que são esperados e aprovados para os homens através da cultura, da família, da escola, dos meios de comunicação, do trabalho, da igreja, etc.
Agora, já que essas diferenças não são biológicas, portanto imutáveis, elas poderão mudar, certo?
Por esta razão, os/as estudiosos/as chegaram a conclusão que em vez de falar de diferenças entre os sexos - que seriam os genitais -, era melhor falar em diferenças entre os gêneros - que diz respeito a essas diferenças culturais.
Bom, e daí?
Daí, qual é o problema se uma mulher for briguenta, gostar de futebol e quiser ser presidente da república? O mesmo serve para aquele cara que gosta de usar camisa cor de rosa, que é super educado, que gosta de ouvir música clássica e detesta futebol? Nenhum!!!!
Se acreditássemos que todas as pessoas tem o direito de ser como querem e se todo mundo respeitasse o jeito de ser de cada um, será que a humanidade não se entenderia melhor e seria bem mais feliz do que agora?
Pense nisso!


Autor: Comunicação em Sexualidade - ECOS

domingo, 11 de março de 2012

FIQUE ESPERTO!


PREFEITURAS TÊM 5696 VAGAS

Municípios do Rio recebem inscrições para oportunidades voltadas para todos 
os níveis de escolaridade


RIO DE JANEIRO - 100 vagas de PROFESSOR DE ENSINO RELIGIOSO
INSCRIÇÕES: de 13 a 22 de março site concursos.rio.rj.gov.br

DUQUE DE CAXIAS - 57 vagas de NÍVEIS FUNDAMENTAL, MÉDIO E ENSINO SUPERIOR
INSCRIÇÕES: www.domcintra.org.br

GUAPIMIRIM -  476 vagas + cadastros de reserva em cargos de NÍVEIS MÉDIO E SUPERIOR
INSCRIÇÕES: até 29 de março site https://faibc-concursos.org.br

RESENDE - 29 vagas + cadastros de reserva para Câmara de Resende
INSCRIÇÕES: até 19 de março www.mouramelo.com.br

CAMPOS - 1.028 vagas em cargos de ENSINOS MÉDIO E SUPERIOR
INSCRIÇÕES: até 22 de março site www.cepuerj.uerj.br


terça-feira, 6 de março de 2012

ATENÇÃO VOCÊ!!!!


Projeto Baleia Jubarte abre vagas de estágio para 2012
15/02/2012

Programa de estágio é direcionado a estudantes de biologia, oceanografia, medicina veterinária, pedagogia ou áreas afins

O Projeto Baleia Jubarte acaba de divulgar o edital de seleção para estágio curricular obrigatório. As vagas são para as bases em Caravelas, extremo sul da Bahia, e Praia do Forte, litoral norte do Estado. Podem concorrer estudantes de todo o Brasil. Na oportunidade, os estagiários irão acompanhar de perto as atividades dos pesquisadores do Projeto, além de se envolverem nas atividades relacionadas à pesquisa e à conservação das baleias jubarte (Megaptera novaeangliae) e dos botos cinza (Sotalia guianensis). Destaque para os cruzeiros de pesquisa e de turismo, para as operações de resgate de mamíferos aquáticos em situação de encalhe e para as ações de educação ambiental.

Na cidade de Caravelas, ponto no continente mais próximo do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos – principal “berçário” das baleias jubarte no Oceano Atlântico Sul Ocidental –, o estágio começa no dia 1º de julho, tendo duração de cinco meses. Na Praia do Forte, a data de início será a mesma, porém o estágio terá a duração de quatro meses. Durante este período, os participantes precisam ter disponibilidade para permanecer no estágio em tempo integral, devido à necessidade de treinamento e à demanda de trabalho. O alojamento é disponibilizado pelo Projeto Baleia Jubarte.

Os documentos necessários para se candidatar são: currículo, duas cartas de recomendação (de professores ou orientadores) e uma carta de apresentação. Interessados devem enviar a documentação digitalizada em formato PDF até o dia 31 de março para o email:  ou . Mais informações: (73) 3297-1340 / (71) 3676-1463

O Projeto Baleia Jubarte, uma iniciativa do Instituto Baleia Jubarte, é patrocinado oficialmente pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Ambiental.

... Atenção Pais, Professores e Cidadãos ...



Mais de 22 mil escolas recebem  orientações contra obesidade


Estudantes de 1.938 municípios brasileiros vão ser avaliados e orientados  por profissionais de saúde e da educação em relação à obesidade. São cerca de 5 milhões de alunos em mais de 22 mil escolas públicas.

Trata-se da primeira edição da Semana de Mobilização Saúde na Escola, que começou nesta segunda (5) e vai até a sexta-feira (9), com atividades para crianças e adolescentes entre 5 e 19 anos.

O Ministério da Saúde e o da Educação estão mobilizados nesta iniciativa, que terá profissionais da Estratégia Saúde da Família para avaliar nutricionalmente os estudantes dos municípios que aderiram à iniciativa de mobilização.

Integram a programação palestras com a participação da comunidade escolar
(alunos, profissionais e funcionários) e visitas das famílias dos estudantes
a Unidades Básicas de Saúde próximas das escolas.

A participação dos municípios na Semana de Mobilização Saúde na Escola,
que acontecerá todos os anos, está regulamentada na portaria 357/2012, publicada no Diário Oficial da União.

Os municípios que aderiram à Semana de Mobilização Saúde na Escola vão
receber um incentivo extra de R$ 558,00 por equipe de saúde da família envolvidas na ação, desde que comprovem a realização das ações. A adesão à semana, por parte dos municípios, é voluntária e é uma das ações previstas no Programa Saúde na Escola (PSE), desenvolvido pelos Ministérios da Saúde e Educação desde 2007.

Os 2.495 municípios que aderiram ao PSE têm disponíveis um repasse de R$
118,9 milhões, autorizado pelo Ministério da Saúde em dezembro de 2011. As
administrações se comprometeram a implementar metas e ações de promoção,
prevenção, educação e avaliação das condições de saúde das crianças e
adolescentes nas escolas.

Parte do valor acertado para implementação das ações, 70% do montante, já foi repassado para os municípios. Os 30% restantes serão pagos após prestação de contas das ações em desenvolvimento.

Fonte: Secom/PR

 Redes Sociais
 

Reiniciando 2012 ... seja feliz!



Você não é uma entidade isolada, mas uma parte única e insubstituível do cosmo.
Não se esqueça disso.
Você é uma peça fundamental no quebra-cabeça da humanidade.
Cada um de nós é uma porção da vasta, intricada e perfeitamente ordenada comunidade humana.
Porém, onde é que você se encaixa nessa teia de humanidade?
(A arte de Viver - Epicteto)
Origami - Sandra Gullino


quinta-feira, 1 de março de 2012

ENTRE AS PRINCIPAIS CIDADES, SUS DO RIO TEVE O PIOR DESEMPENHO


BRASÍLIA - O sistema público de saúde no Rio de Janeiro foi mal na avaliação feita pelo Ministério da Saúde. Entre as principais cidades do país, o Rio teve a pior nota, 4,33, no Índice de Desempenho do Sistema Único do Saúde (IDSUS). O índice foi divulgado na tarde desta quinta-feira pelo ministério e foi calculado a partir de dados que vão de 2008 a 2010. Já entre os estados, o Rio teve a terceira pior avaliação do país: nota 4,58. Outras cidades do estado também aparecem entre as com mais baixo desempenho: São Gonçalo (4,18), Niterói (4,24), Nova Iguaçu (4,41) e Duque de Caxias (4,57). Todas estão abaixo da média do Brasil, que tirou nota 5,47 no IDSUS. Em todo o país, apenas 347 municípios ou 6,42% conseguiram nota acima de 7. sendo que 345 estão no Sul e Sudeste. Mas juntos eles reúnem apenas 1,9% da população brasileira.
O IDSUS mede o acesso e a qualidade dos serviços da rede pública em todos os municípios, regiões, estados e país. A nota varia de 0 a 10 e é calculada a partir de 24 indicadores, levando em conta desde a atenção básica até os procedimentos de alta complexidade. Eles são comparados a parâmetros considerados ótimos e, a partir disso, a nota é calculada. Desses indicadores, 14 avaliam o acesso, como por exemplo a proporção de mães que fizeram sete ou mais consultas de pré-natal. Outros 10 medem a efetividade, ou seja, a qualidade do serviço prestado. Um exemplo é a proporção de cura de casos novos de tuberculose. Alguns indicadores mais difíceis de serem medidos, como o tempo de espera por atendimento, não foram considerados.
Enquanto a cidade do Rio ocupa a última posição, no extremo oposto está Vitória. O ministério dividiu os municípios em seis grupos de acordo com o porte da cidade e os serviços que presta via SUS. A capital do Espírito Santo foi a campeã do grupo 1, em que o Rio ficou em último lugar. Com nota acima de 8, há somente seis cidades (0,1% do total). No grupo 2, há Barueri-SP (nota 8,22). No grupo 3, Rosana-SP (nota 8,18). E no grupo 5, Arco-Íris-SP (8,38), Pinhal-RS (8,22), Paulo Bento-RS ( 8,14) e Cássia dos Coqueiros-SP (nota 8,13).
A divisão em seis grupos é explicada pelo diretor do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS, Paulo de Tarso Ribeiro de Oliveira.
- Você não pode pegar um município como Melgaço-PA e comparar com Belo Horizonte. São realidades diferentes. Você não pode comparar os 4 mil municípios que tem menos de 20 mil habiatantes com os municípios de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro.
Entre os estados, os três do Sul tiveram as melhores notas: 6,29 em Santa Catarina, 6,23 no Paraná e 5,9 no Rio Grande do Sul. No outro extremo da tabela está o Pará, que obteve nota 4,17, abaixo de Rondônia (nota 4,49) e Rio de Janeiro (4,58). Os três estados são os únicos abaixo da nota cinco.
Nas capitais, o Sul também figura entre as melhores notas, atrás apenas de Vitória. Curitiba obteve nota 6,96; Florianópolis, 6,67; e Porto Alegre, 6,51. Por região, a nota foi 6,12 no Sul, 5,56 no Sudeste, 5,28 no Nordeste, 5,26 no Centro-Oeste e 4,67 no Norte.
Entre os motivos que levaram ao fraco desempenho da cidade do Rio está o baixo número de equipes da saúde da família. Os dados usados para calcular o índice são de 2008 a 2010. Houve uma melhora em 2011 nesse quesito, quando o número de equipes na cidade saltou de 266 para 506, mas não é possível estimar ainda quanto a nota do Rio vai melhorar por causa disso. De acordo com Paulo de Tarso, não é possível culpar apenas o município pela nota que tirou, uma vez que o SUS é responsabilidade de várias esferas de governo.
- Nós não estamos avaliando o gestor do Rio de Janeiro. O governo federal tem sua responsabilidade sobre o que acontece no Rio de Janeiro, o governo estadual também - afirmou.
Segundo o Ministério da Saúde, o IDSUS permitirá avaliar o desempenho do SUS em todo o país, trazendo transparência e servindo de base para que as administrações federal, estadual e municipal possam aprimorar as ações de saúde pública.
As fontes de pesquisa vão desde as informações repassadas pelos estados e municípios, até os dados de instituições internacionais, como a Organização Mundial da Saúde (OMS), passando por órgãos do governo federal, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O fundamento teório do índice é o Projeto Desenvolvimento de Metodologia de Avaliação do Desempenho do Sistema de Saúde Brasileiro (PRO-ADESS), coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
O coordenador geral do sistema de monitoramento e avaliação do Departamento de Monitoramento e Avaliação do SUS, Afonso Teixeira dos Reis, destaca que a avalição é rígida e leva em consideração o atendimento de toda a população, sem excluir os usuários de plano de saúde. Isso significa que se houver baixo uso do SUS para, por exemplo, exames de mamografia, porque parte das mulheres prefere usar o plano privado, o indicador terá uma nota baixa.