| Aparelhos que mais gastam energia elétrica Quem é que não quer diminuir o consumo de energia elétrica e economizar dinheiro na conta do final do mês? Pois é, antes de começar a desligar tudo, devemos saber quais são os aparelhos que mais consomem energia elétrica e moderar a utilização dos mesmos, pois como veremos, alguns itens são altamente indispensáveis. Para começar, você deve saber qual a porcentagem que o consumo de cada aparelho tem na conta final: O chuveiro elétrico representa 30% do valor total da conta, a geladeira e freezer representam 30% e se os eletrodomésticos tiverem idade acima de 10 anos, o percentual dobrará, o ferro de passar roupa possui representação de 5%, o computador também contribui com 5%, a televisão e as lâmpadas comuns contribuem com 10% do sob o valor total da conta. Além desses, também são responsáveis pelo maior consumo de energia, o ar condicionado, aspirador de pó, secador de cabelo, aquecedores e estufas. Como pudemos notar, os aparelhos que mais gastam energia são o chuveiro elétrico e a geladeira, em residências que há muitos eletrodomésticos antigos, a conta certamente deverá vir em um valor absurdamente alto. Diante dessa constatação, algumas medidas para reduzir o consumo podem e devem ser seguidas para diminuir os gastos e contribuir com a utilização consciente dos recursos naturais. Utilizar a luz natural o máximo possível, abrindo as janelas, cortinas e deixando a energia solar entrar e aquecer o local por mais tempo é uma das dicas mais importantes para economizar energia. Outras recomendações são acumular roupas e passar ferro de uma só vez, moderar o tempo do banho, especialmente o tempo que passa com o chuveiro ligado, diminuir a quantidade de televisores ligados no mesmo instante, utilizar as máquinas de lavar e secar em sua capacidade máxima correta e, é claro, realizar uma manutenção regular da rede elétrica da sua casa. Fique atento, aproveite as dicas e aprenda a diminuir o consumo de energia da sua casa. |
domingo, 25 de julho de 2010
continuando ...
Fique Por Dentro ...
| Apesar de trazer mais praticidade e agilidade para o nosso dia a dia, o aparelho de microondas pode diminuir a quantidade de nutrientes presentes nos alimentos. Além disso, se não forem tomados os devidos cuidados, problemas como vazamento e até explosões podem acontecer. Mas, ainda assim, nenhuma pesquisa contra indica a utilização do microondas de forma moderada, pois em excesso alguns danos à saúde podem ser identificados. As ondas liberadas no aparelho de microondas são do tipo eletromagnéticas e ficam concentradas no forno quando ele está funcionando e, com as portas fechadas, o aquecimento promove uma agitação das moléculas presentes no alimento, realizando seu cozimento de modo mais rápido. Segundo a Organização Mundial da Saúde, os alimentos preparados em fornos de microondas não causam nenhum mal à saúde. Entretanto, quando o alimento é esquentado várias vezes, acaba perdendo uma parte significativa dos seus nutrientes, com a utilização do microondas esse efeito é potencializado. Além disso, alguns materiais não podem ser levados ao microondas, como é o caso de recipientes de alumínio ou aço, pois podem refletir as ondas e causar explosões. Os mais indicados são: plásticos rígidos, refratários e outros recipientes de vidro ou porcelana. Devido a recomendações expressas do Inmetro, os recipientes devem informar na embalagem se podem ou não ser levado ao forno microondas. A dica é nunca utilizar embalagens plásticas de margarina, queijo, iogurte, pois como elas são derivados de petróleo não resistem à elevada temperatura do alimento, derretendo ou exalando odores e substancias tóxicas com o aquecimento. Outra orientação é cozinhar os alimentos no fogão e esquentar, se for preciso, no máximo uma vez no microondas. Assim, você evitará a perda total dos nutrientes contidos na refeição, ao mesmo tempo em que aproveita as vantagens do forno microondas, de forma moderada, que não é prejudicial a saúde. |
segunda-feira, 19 de julho de 2010
CoMpARtilhE ...
UnB Agência
GRADUAÇÃO - 12/07/2010
Xamãs, artesãos e mestres da cultura popular serão professores da UnB
Universidade será a primeira no Brasil a ter uma disciplina baseada nos saberes tradicionais. Aulas devem começar no próximo semestre
Ana Lúcia Moura - Da Secretaria de Comunicação da UnB
Benki Pianko é um grande especialista brasileiro em reflorestamento.
Maniwa Kamayurá conhece em detalhes as técnicas de construção indígena. Lucely Pio é capaz de identificar com precisão qualquer planta do cerrado.
Mas o conhecimento de nenhum deles veio das salas de aula. Eles aprenderam o ofício com os avós e com os pais e o repassam aos filhos, aos netos.
No próximo semestre, porém, vão ensinar o que aprenderam também aos alunos da Universidade de Brasília.
Benki, Maniwa e Lucely serão professores de uma disciplina de módulo livre: Artes e Ofícios dos Saberes Tradicionais. Benki, que é mestre do povo indígena Ashaninka, no Acre, Maniwa, pajé e representante dos povos indígenas do Alto Xingu e Lucely, mestre raizeira da Comunidade Quilombola do Cedro, em Goiás, vão passar adiante o conhecimento acumulado durante mais de séculos nas comunidades onde cresceram e vivem até hoje. Benki e Maniwa são xamãs indígenas, líderes espirituais com funções e poderes ritualísticos. Lucely é mestre quilombola.
Além deles, serão também professores da nova disciplina Zé Jerome, mestre de Congado e Folia de Reis do Vale do Paraíba, em São Paulo, e Biu Alexandre, mestre do Cavalo Marinho Estrela de Ouro de Condado, um dos tradicionais grupos folclóricos da Zona da Mata pernambucana, que reúne teatro, dança, música e poesia.
A criação da disciplina, que deve ter carga semanal de seis horas, depende ainda de aprovação do Decanato de Ensino de Graduação. Ela faz parte de um projeto de introdução dos saberes tradicionais na universidade. “Queremos promover um diálogo, uma troca de conhecimentos", explica o professor José Jorge de Carvalho, coordenador do projeto e também do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Inclusão no Ensino Superior e na Pesquisa. "Os mestres que aqui estarão têm um modo de construir saberes que leva em conta não só o pensar, que é característico da cultura das universidades, mas também o fazer e o sentir”, completa o professor.
AVANÇO - O professor José Jorge destaca, no entanto, que a introdução dos saberes tradicionais não é uma negação da forma utilizada pelas universidades de produzir e transmitir conhecimento. “Pelo contrário. É uma soma. Sabemos coisas que os mestres tradicionais não sabem, assim como eles conhecem muito do que não conhecemos. A universidade pode ser muito mais rica do que é”, acrescenta. Cada mestre passará duas semanas na UnB e será acompanhado por um professor na sala de aula. “A universidade pode ser mais rica do que é. E, para isso, precisa fazer jus à riqueza de saberes que existem no Brasil”, completa o professor José Jorge.
O chefe do Departamento de Antropologia, Luís Roberto Cardoso de Oliveira, lembra que a criação de disciplinas de módulo livre, que permitem aos alunos contato com um conhecimento totalmente fora de sua área, foi um avanço. "E colocar os mestres frente a frente com os alunos e ao lado dos professores é uma proposta que vai ainda mais além", comenta.
Para Nina de Paula Laranjeira, diretora de Acompanhamento e Integração Acadêmica do Decanato de Ensino de Graduação, a iniciativa por si só já demostra uma mudança nos modos de pensar. "Precisamos superar o paradigma de que o conhecimento está limitado à comprovação científica", afirma.
TROCA DE SABERES - As bases pedagógicas e antropológicas da nova disciplina serão discutidas nos dias 15 e 16 de julho, como parte do seminário internacional que vai tratar da introdução de novos saberes nas universidades. “O método de transmissão dos mestres tradicionais é completamente diferente do nosso. O ideal para a raizeira Lucily, por exemplo, é ensinar caminhando pelo cerrado”, explica o professor José Jorge.
Organizado pelos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia e Ministério da Cultura, o Encontro de Saberes vai reunir mestres indígenas e de atividades folclóricas, professores brasileiros e latino americanos, além de representantes do Governo Federal. No encontro, serão apresentadas experiências de universidades de cinco países da América Latina que desenvolvem projetos de inclusão de saberes tradicionais em seus cursos, disciplinas e programas de extensão. O seminário, que acontece no Auditório Dois Candangos, também será uma oportunidade para os novos professores conhecerem melhor a UnB.
Entre os palestrantes estão o reitor da Universidade Amawtay Wasi do Equador; Maria Mercedes Díaz, da Universidade de Catamarca na Argentina; Jaime Arocha, professor de Antropologia da Universidade Nacional da Colômbia; Carlos Callisaya, coordenador das Universidades Indígenas da Bolívia no Ministério da Educação boliviano e Maria Luísa Duarte Medina, que atua em projetos de inclusão dos saberes indígenas nas instituições de ensino superior do Paraguai. “A presença de cada um deles mostra que a inclusão dos saberes tradicionais na academia é um movimento cada vez mais forte”, afirma o professor José Jorge.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
CoMpARtilhE ...
Plásticos que se dissolvem no mar atuam a favor do meio ambiente
Foto: Mink/Flickr
O PET, de garrafas de refrigerante, leva 200 anos para se dissolver na natureza
A prática de tornar os produtos amistosos ecologicamente, cada vez mais comum, é conseqüência da consciência ecológica dos consumidores. Isso vira motivo de pressão para que a indústria adote produtos menos agressivos ao ambiente. E um dos maiores poluidores é o plástico.
Alguns tipos de plásticos, como o PET, de garrafas de refrigerante, levam 200 anos para se dissolver na natureza. E eles são dos mais descartados incorretamente. Uma parte vai para lixões. Outra parte, para córregos, daí aos rios até chegarem aos oceanos. Há verdadeiras ‘ilhas’ de lixo plástico nos mares.
Atualmente, uma família urbana média no Brasil, com quatro pessoas, gera 2 toneladas de lixo por ano -- 12%, ou 240kg, são plásticos.
Para enfrentar o problema, cientistas americanos desenvolveram o chamado plástico oxi-biodegrádavel d2w. Ele se decompõe rapidamente na natureza e, após sua degradação, gera pequena quantidade de CO2 e biomassa. Ele pode ser degradado em água salgada. Desta forma, é possível reduzir a poluição do plástico no mar e evitar a contaminação e a morte de aves, peixes e animais.Segundo esses cientistas, o processo de hidrólise (reação química de quebra de uma molécula por água) ocorre em apenas 20 dias e faz com que o plástico se decomponha em produtos que não prejudicam o meio ambiente. Tendência mundial que mostra como a tecnologia e os produtos ecorresponsáveis são eficientes.
terça-feira, 13 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
CoMpARtilhE ...
Esverdear, tornar sustentável, ecologizar ...
A importância da Educação Socioambiental
O mundo, como nossos pais e avós e nós próprios, adultos, conhecemos, mudou. As escolhas das gerações que nos antecederam, da era pós-industrial, aqueceram o planeta e as consequências desse aquecimento já começam a ser sentidos por todo o planeta, inclusive no Brasil. Além de tentar mitigar os problemas, precisamos também nos adaptar a esta nova realidade de um planeta mais aquecido, cuja tendência será aquecer ainda mais. E entre as consequências já previstas para as próximas décadas, o aumento do nível dos oceanos está entre os maiores danos à infra-estrutura urbana e rural nas cidades litorâneas.Para fazer uma educação ambiental que seja compreendida por todos, precisamos antes perceber que não é por falta de conhecimento ambiental que as árvores são derrubadas, a fauna sacrificada ou o meio ambiente poluído. Os caçadores e desmatadores, por exemplo, possuem muito mais conhecimentos sobre ecologia, natureza e a vida silvestre que muitos ecologistas, mas usam esses conhecimentos para destruir e matar.
O problema é que não nos achamos como parte da natureza, por mais esdrúxula que essa idéia possa parecer. As pessoas possuem consciência ambiental, mas na maioria dos casos, esta consciência é distorcida, associando a natureza às plantas e animais, como se a espécie humana não fizesse também parte dela. Conceitualmente, nós, seres humanos, nos achamos os ‘donos’ do universo e nos colocamos em seu centro, como se tudo à nossa volta existisse para nos atender. Então, se aceita como natural a exploração deste mesmo universo, com tudo que o compõe, desde que seja para atender aos propósitos e desejos humanos. A visão de que o Planeta não nos pertence, que nós é que pertencemos ao Planeta não tem cabimento numa sociedade baseada no consumismo e, por isso mesmo, no materialismo, que valoriza o ter em vez do ser! O meio ambiente destruído não resulta de um conflito entre os humanos e a natureza, mas dos humanos com a sua auto-imagem.
E mais. Ao desmatar, queimar, poluir, utilizar ou desperdiçar recursos naturais ou energéticos, cada ser humano também está reproduzindo culturalmente o que aprendeu ao longo da história e cultura de seu povo. A ação destruidora não é um ato isolado de um ou outro indivíduo, mas reflete as relações culturais, sociais e tecnológicas de sua sociedade. Seres humanos explorados, injustiçados e desrespeitados em seus direitos, acham natural explorar outros seres vivos, como animais e plantas, considerados ‘inferiores’.
Falar sobre meio ambiente, principalmente para pessoas de baixa-renda, é falar sobre o esgoto a céu aberto, o lixo não recolhido, a água contaminada, etc. As questões ecológicas devem ser associadas à qualidade de vida, para que as pessoas se percebam como parte deste meio ambiente. Por mais sério que seja ninguém consegue ter a sensação de importância por uma coisa abstrata, fora de sua realidade. Antes de se importar com a sobrevivência das outras espécies, a pessoa precisa estar consciente de sua própria importância, sua capacidade de interferir no meio ambiente e de agir como cidadão.
Ghandi afirmava que “Só existem dois dias do ano em que não podemos fazer nada. O ontem e o amanhã”. Então, é só querer arranjar um jeito para fazer em vez de continuando a encontrar desculpas para não fazer.