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quarta-feira, 2 de março de 2011

CoMPaRTiLHaNdO ...

Comissão Europeia declara Hamburgo como "capital verde" de 2011
por Redação EcoD

Transporte coletivo de Hamburgo facilita a vida da população e contribui para o meio ambiente
Uma cidade em que os pontos de ônibus e as estações de trem não ficam além de 300 metros de distância da casa de qualquer habitante. Assim é a alemã Hamburgo, declarada oficialmente como "Capital Verde de 2011" pela Comissão Europeia, órgão vinculado a União Europeia (UE).
O conceito de transporte ambientalmente correto de Hamburgo conta ainda com dois ônibus dotados de tração híbrida a diesel, que já estão em circulação – outros oito devem complementar a frota. "Agora estamos expandindo o transporte ciclístico em grande escala", destacou ao jornal
Deutsche Welle Volker Duman, porta-voz do departamento municipal de meio ambiente.
Ele aponta ainda que o S-Bahn (modelo alemão de trem de curta distância) que circula na cidade é 100% abastecido com eletricidade ecológica (hidroenergia).

Com as novas medidas, a cidade espera atingir uma ambiciosa meta climática: reduzir 80% das emissões municipais de dióxido de carbono (CO2) até 2050. Impossível? Nem tanto.
A emissão per capita em Hamburgo já diminuiu 15% em relação à de 1990. "Uma conquista significativa para uma grande cidade", assinalou a Comissão Europeia.
Em 2010, a capital verde da Europa foi Estocolmo, na Suécia, que equipou toda a sua frota de ônibus com motores híbridos, movidos a biogás ou etanol.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

CoMPaRtiLhAnDO ...


Arquiteto brasileiro cria moradia ambientalmente correta para situações de emergência

ECObitat - Paredes modulares; sistema de telhado verde e de reuso de água; uso de energias renováveis (eólica e solar) e as estruturas feitas de materiais reciclados garantem a sustentabilidade na construção.

O arquitero brasileiro, Felipe Campolina, natural de Belo Horizonte, criou uma estrutura chamada de ECObitat, feita dentro dos padrões ambientalmente corretos e destinadas a moradias de emergência
ou de catástrofes.
A pequena casa tem uma estrutura modular que permite fácil transporte e adaptação para terrenos irregulares. Além disso, outras unidade pré-fabricadas podem ser progressivamente instaladas à unidade base, a fim de expandir toda a unidade de forma eficaz.
Feitas de “materiais de prateleira”, a casa de um quarto pode ser construída facilmente e entregue onde ela for necessária. Paredes modulares; sistema de telhado verde e de reuso de água; uso de energias renováveis (eólica e solar) e as estruturas feitas de materiais reciclados garantem a sustentabilidade na construção.
O sistema modular resultante tem dimensões de 2,44 m x 3,10 m x 12,20 m - aproximadamente do tamanho de um container padrão. O quarto fica em uma extremidade, o banheiro fica no meio e as áreas de cozinha e de convivência são instaladas no outro extremo.
Longas fendas verticais feitas na parede verde funcionam como janelas e as duas extremidades dobram para baixo como uma ponte para proporcionar espaço adicional de vida ao ar livre. O sistema inteiro possui “pernas telescópicas” que asseguram uma boa adaptação do módulo em qualquer tipo de topografia sem a necessidade de nivelar uma superfície plana.
Um telhado metálico sustentam uma série de painéis solares, bem como uma turbina eólica de pequena escala, que produz energia suficiente para a pequena casa. Caixas de plantas modulares são montadas no exterior e são plantadas com vegetação, o que proporciona maior isolamento. Dependendo dos tipos de plantas usadas, as paredes do pré-fabricado poderiam
até mesmo produzir alimentos. Cada sistema modular pode ser entregue em um caminhão padrão para uma fácil implantação.
O uso responsável de materiais recicláveis e materiais industriais resultam em uma entrega rápida e imediata dos módulos.
O projeto trata-se de um sistema construtivo que aborda ao mesmo tempo, questões ecológicas, propondo espaços ambientalmente sustentáveis, e questões sociais, por meio de módulos capazes de propor o uso em habitação de emergência e socorro.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Venha (re) conhecer ...

A Busca do Animal de Poder nas Jornadas Xamânicas
- quartas-feiras, de 9h às 12h -

A ligação entre homem e animal está registrada em todas as antigas religiões. Na Índia, Ganesha é representado com cabeça de um elefante. Thot, no Egito, tem cabeça de falcão. Na mitologia grega e entre fenícios, maias, astecas, incas, siberianos, africanos, índios norte-americanos e brasileiros; e também no taoísmo e cristianismo, os animais são representados como símbolos de força e poder espiritual.
No xamanismo, despertamos os animais de poder que estão presentes em cada um de nós. Esses animais têm vários nomes: animal guardião, animal aliado, espírito protetor, nagual, aliado totem, espírito animal. Não importa o nome que você queira dar a esta força, ela está presente em seu ser desde antes mesmo do seu nascimento. Isso mesmo! E, você, provavelmente, nem sabe que esse poder animal é quem lhe dá força, protege, ensina e com ela é possível transpor dificuldades e crescer espiritualmente. Esta é uma força bruta, alimentada pelo Criador.
Nos atendimentos realizados por nosso grupo na Casa de Padre Pio, é comum o questionamento sobre como reconhecer esse animal pessoal. Pois bem, basta se entregar à Jornada da Busca do seu Animal de Poder. Conhecendo e fazendo contato direto com ele, certamente a sua vida terá uma nova cor e sabor!
O trabalho do grupo de Xamanismo é justamente essa descoberta, do seu Animal de Poder; e é realizado em três atendimentos individuais.
Uma dupla treinada pela Mulher Medicina Athamis Bárbara (iniciada nas tradições Ojibaway do Canadá e mestiça brasileira) recebe cada pessoa em três atendimentos.
No primeiro, um dos atendentes faz a jornada xamânica em busca do animal do consulente. As informações trazidas nestas jornadas são relatadas ao consulente e ambos conversam sobre o assunto, além do consulente ser orientado a estudar esse animal em todos os sentidos (psicológico, físico, ecológico e o que mais orientar o consulente).
No segundo atendimento, já de posse e tendo estudado sobre esse animal, é realizada uma jornada dirigida, ou de forma livre, para que o consulente tenha a oportunidade de vivenciar visualmente a jornada do primeiro encontro.
Finalizando o atendimento no terceiro encontro, é confeccionado um escudo do poder, vivência de arteterapia, onde cada participante traz fotos, figuras e elementos que sejam importantes para confecção desse escudo (uma mandala) que servirá para RELEMBRAR que seu animal de poder está presente em sua vida, além trazer insights sobre como melhor usar esse poder, agora consciente, ajudando em sua jornada evolutiva e seu crescimento pessoal!
Aho! (que assim seja)
Hauss Hauss (obrigado, na tradição Huni Kuin, do Acre)
Migwetch (obrigada, na tradição Ojibway)

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

... começando Bem ...

A vida é um fenômeno tão vasto que é impossível controlá-la.
Se você de fato tiver essa intenção, é preciso reduzi-la ao mínimo, porque a vida, na verdade, é um fenômeno selvagem, tão selvagem quanto as nuvens,
a chuva, a brisa, as árvores e o céu.
(1000 exercícios de meditação, ... Osho)

Hoje, aconteceu o reinício dos trabalhos com as famílias assistidas pela CPP. Valeu demais a presença de todos!!

Obrigada Rosângela (pelo delicioso bolo compartilhado), Gilberto (pela oração), Ana Andréa (nossa fadinha), Ney e Wagner (pessoal do Reiki Social), Rosana e Jorgean, Paul, Jerônimo, Maria Helena e todo o povo de sempre... FELIZ 2011!!


quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

AtiTudE

Envolva-se na rede da construção solidária
Iniciativas da sociedade civil espalhadas por todo o país ajudam a concretizar o sonho da moradia própria e a melhorar a qualidade das casas existentes
Luciana Jardim

Ter uma casa é o grande sonho do brasileiro de qualquer classe social. Embora o país viva hoje um boom imobiliário iniciado em 2005 *, boa parte da população ainda não conquistou seu teto ou mora em espaços precários e superlotados.
A premente necessidade por moradias dignas vem fortalecendo no país uma poderosa e inspiradora rede de construção solidária. Iniciativas lideradas por diversos setores da sociedade – ONGs, empresas, profissionais liberais e associações civis – visam contribuir com o poder público para melhorar os números do déficit de habitação e promover melhorias em residências de baixa qualidade.
Foi esse espírito de ajuda que norteou a construtoraGoldsztein Cyrela, sediada em Porto Alegre, no desenvolvimento em 2002 do Programa Construção Solidária para atender seus funcionários.
“Muitos moravam em condições precárias e decidimos reverter essa situação por meio de reformas ou da construção de uma nova residência”, conta o diretor financeiro Ricardo Sessegolo.Para se credenciar, o operário precisa estar no mínimo há dois anos na empresa, apresentar conduta exemplar, ter participado como voluntário do projeto, além de outros critérios. Ele tira cerca de 40 dias de férias e, com colegas voluntários trabalha em mutirão para erguer sua casa. Entre os parceiros também estão fornecedores que doam materiais. Em alguns casos, a Goldsztein Cyrela fornece novos móveis.
Até hoje foram realizadas dezenas de reformas e 20 casas, erguidas do zero.
O operador de guindaste Júlio César Ilha foi um dos beneficiados. - “Quando chovia, entrava água onde eu morava, pois o telhado era fino. Conversei com o pessoal da empresa e, além de trocar as telhas, a construtora viu que minha casa precisava de reforma”, - conta Júlio.
Segundo Ricardo, além da satisfação de ajudar o próximo, os resultados para o empregador são claros e importantes, pois criam um comprometimento maior do funcionário com o trabalho.Lançado em junho de 2010, o Clube da Reforma tem a proposta inicial de melhorar as condições habitacionais de 1 milhão de famílias de baixa renda. Fruto da parceria da Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) e da ONG Ashoka, a entidade reúne em seu conselho consult ivo representantes do governo federal, empresas, entidade de classe e organizações sociais. As ações incluem a troca de experiências entre os associados, as articulações de projetos conjuntos e a criação de um banco de dados com informações sobre iniciativas de melhorias habitacionais que podem ser multiplicadas.
“A ideia é construir um vínculo com as diversas ações em curso no país para que essa rede aumente sua capacidade coletiva de transformação”, explica Valter Frigieri, gerente nacional de desenvolvimento de mercado da ABCP. Uma das empresas participantes do clube é a Tigre, fabricante de tubos e conexões, que criou em 2006 a Escola Volante Tigre (Tigrão).
Dentro da carreta, preparada para abrigar uma pequena escola, acontecem aulas gratuitas de perfeiçoamento de instalações hidráulicas prediais ministradas por técnicos da companhia. O objetivo é capacitar desempregados da construção civil, como instaladores hidráulicos, eletricistas, pedreiros e jovens a partir de 16 anos. Ao percorrer todo o país, a Tigre forma cerca de 8 mil pessoas por ano.
ADESÕES À CAUSA
Profissionais da área de arquitetura e decoração também se mobilizam com o intuito de minimizar os problemas das habitações precárias. Ao se mudar para São Paulo, em 2000, a designer de interiores mineira Bianka Mugnatto ficou incomodada com a gritante diferença social expostanas ruas da cidade.
Ela começou a participar de trabalhos voluntários, dando aulas de reciclagem de materiais em ONGs, como o Projeto Arrastão. Com essa experiência, Bianka também passou a doar o material excedente das mostras de decoração e das obras residenciais e comerciais que coordenava.
“Converso com os clientes e fornecedores e muitos me dão o que sobra. Assim, levo tacos de madeira, portas, revestimentos cerâmicos e telhas para algumas instituições. É importante centralizar o material em associações de bairro, centros de capacitação e ONGs, que conhecem as necessidades da comunidade, destinando os produtos de maneira eficaz”, diz.
O designer Marcelo Rosenbaum, de São Paulo, capitaneou outra ação coletiva que, segundo ele, “foge do assistencialismo, pois dá autonomia e liberdade às pessoas para prosseguirem com os projetos”. Com o objetivo de usar as cores para despertar a criatividade e transformar uma comunidade, o programa A Gente Transforma é uma parceria com as ONGs Casa do Zezinho e Instituto Elos (criada por arquitetos em Santos, SP, essa entidade mobiliza diferentes setores para o trabalho cooperativo).
A primeira edição da iniciativa, que será replicada em outras cidades do Brasil, aconteceu em julho de 2010, no Parque Santo Antônio, zona sul paulistana. Ali, mais de 60 casas em torno de um campo de futebol, também recuperado pelo projeto, foram pintadas pelos moradores e vizinhos com tinta fornecida pela Suvinil. A empresa ensinou 150 pessoas da região a pintar paredes, muros e tetos,incentivando a profissionalização como pintores.
“Essa ação propõe a transformação social da comunidade por meio da inclusão, da arte, da educação e da mudança do espaço”, ressalta Marcelo, um dos milhares de exemplos de pessoas que, a cada dia, fortalecem a rede de solidariedade em nosso país.
VOCÊ PODE AJUDAR
Se sobrou material da reforma ou construcão de sua casa e você deseja doá-lo, entre em contato com as instituições abaixo:
Associação Cidade Escola Aprendiz Aceita tinta, pastilhas de vidro e de cerâmica e tacos que são reutilizados como material artístico para reurbanização de espaços públicos.Tel. (11) 3819-9226, São Paulo
Habita Brasil Recebe portas, janelas, telhas, tintas, pisos e metais para melhorias de moradias em comunidades carentes. Tel. (11) 5084-0012, São Paulo
Instituto Elos Acolhe tinta, pincéis, lixas, revestimentos cerâmicos, rejunte, tábuas de madeira, parafusos, pregos. Tel. (13) 3326-4472, Santos, SP
Um Teto para Meu País Aceita chapas de pínus, telha de fibrocimento, ferramentas, dobradiças, pregos, parafusos etc. para a construção de casas. Tel. (11) 3675-3287, São Paulo

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

ATeNçÃo PeSsOas ...



Veja como ajudar as vítimas das chuvas na Região Serrana do Rio


Locais que já estão recebendo doações:

Cruz Vermelha - Praça da Cruz Vermelha, 10 – Centro do Rio.
Estão sendo arrecadados: água mineral, alimentos de pronto consumo (massas e sopas desidratadas, biscoitos, cereais), leite em pó, colchões, roupa de cama e banho e cobertores.
Prefeitura de Petrópolis – Igreja Wesleyana; Igreja de Santa Luzia; Sede da Secretaria de Trabalho, Ação Social e Cidadania.
Os três postos arrecadam doações de água, colchões e materiais de limpeza e higiene pessoal.
Prefeitura de Teresópolis – Ginásio Pedrão – Rua Tenente Luiz Meirelles, 211 – Várzea.
Estão sendo arrecadados: alimentos, roupas, cobertores, colchonetes e itens de higiene pessoal.
Uma conta corrente também recebe doações para ajudar as famílias atingidas pelo temporal.

Nome da conta: "SOS Teresópolis - donativos".
Agência: 0741 (Banco do Brasil) – Conta: 110000-9.
Rodovia BR-040 - Concer - Praças de pedágio da BR-040 situadas em Duque de Caxias (km 104), Areal (km 45) e Simão Pereira (km 816), além da sede da empresa (km 110/JF, em Caxias).
A Concer pede que sejam doados, preferencialmente, água mineral, produtos de higiene pessoal e de limpeza, roupas de cama, mesa e banho, além de colchonetes. Nas praças de pedágio, as doações podem ser entregues nos postos do serviço de informação ao usuário da rodovia, que funcionam de segunda a segunda, 24 horas por dia.

Hemorio – Rua Frei Caneca, 8 – Centro do Rio – Das 7h às 18h.
O Hemorio pede que as pessoas doem sangue para as vítimas das chuvas. Os estoques estão quase zerados. Friburgo e Teresópolis solicitaram 300 bolsas, mas o Hemorio não tem como atender.
Pode doar sangue quem tiver entre 18 e 65 anos, mais de 50 quilos e estiver bem de saúde. Basta levar um documento oficial de identidade com foto.
Informações e agendamento pelo disque sangue 0800-282-0708.

Supermercados
– Grupo Pão de Açúcar
Postos de coleta foram montados pela empresa em todas as suas 100 lojas das redes Pão de Açúcar, ABC Comprebem, Sendas, Extra e Assaí, em todo o estado Rio de Janeiro para que os clientes possam cooperar com doações de alimentos não perecíveis, roupas e cobertores. A ação acontece até o dia 26 de janeiro.

Locais que recebem doações a partir desta quinta-feira (13):

Polícia Rodoviária Federal - Ver postos abaixo.
Maior necessidade é por água, leite em pó, materiais de higiene e limpeza e colchões.
Postos da PRF que receberão doações:

BR-116: KM 133 (Doações 24 horas)
BR-101: KM 269 (Doações 24 horas)
BR-040: KM 109 (Doações das 8h às 17h)
BR-116: KM 227 (Doações das 8h às 17h)

Rodoviária Novo Rio - Avenida Francisco Bicalho, 1 - Santo Cristo.
A Rodoviária Novo Rio recebe doações para a Cruz Vermelha. Os donativos são recebidos no embarque inferior, das 9 às 17 horas.

Polícia Militar - Todos os batalhões da Polícia Militar do estado serão centros de recepção de doações.

Comandantes dos batalhões recomendam que sejam doados água mineral, alimentos não perecíveis e material de higiene pessoal.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

E que tal uma boa ideia?

espaços DENSOS, diversos E MEIO CAÓTICO
FAVORECEM
COLISÕES
FAZENDO UM BALANÇO, TUDO LEVA A CRER QUE DUAS OU MAIS CABEÇAS PENSAM MELHOR QUE UMA!